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sexta-feira, 27 de maio de 2011

crie sua própria atmosfera

“Doce Mãe, aqui está escrito: “Uma atmosfera espiritual é mais importante do que as condições externas; se a pessoa puder conseguir isto e também criar seu próprio ar espiritual, no qual possa respirar e viver, esta é a verdadeira condição de progresso.” Como alguém pode conseguir isto e também criar sua verdadeira atmosfera espiritual?”

...É pela...precisamente, pela disciplina interior; você pode criar sua atmosfera controlando seus pensamentos, voltando-os exclusivamente para a sadhana*, controlando suas ações, direcionando-as exclusivamente para a sadhana, eliminando todos os desejos e todas as atividades inúteis, externas, habituais, e separando-se das coisas, dos pensamentos, das reações e das ações inferiores; dessa forma, você cria uma espécie de atmosfera ao seu redor.

E é assim que se pode obtê-la: direcionando sua atenção unicamente para a vida espiritual, lendo apenas aquilo que pode ajudá-lo na vida espiritual, fazendo apenas o que o conduz à vida espiritual, e assim por diante. Então, você cria sua própria atmosfera. Mas, naturalmente, se você abrir todas as portas, der ouvidos àquilo que as pessoas lhe dizem, seguindo os conselhos de uma e as inspirações de outra, e está cheio de desejos pelas coisas externas, você não pode criar uma atmosfera espiritual para si mesmo. Você terá uma atmosfera ordinária como todos os demais.

(*sadhana = prática ou disciplina espiritual; a prática do yoga.)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

a atmosfera que você cria

Você carrega consigo, ao seu redor e em si mesmo, a atmosfera criada por suas ações, e se o que faz é belo, é bom e harmonioso, sua atmosfera será bela, boa e harmoniosa; por outro lado, se você vive num sórdido egoísmo, num inescrupuloso interesse egoísta, numa cruel má vontade, isto é o que vai respirar a cada momento de sua vida, o que significa miséria, inquietação constante; uma fealdade que se desespera por sua própria fealdade.

Toda ação incorreta produz na consciência o efeito de um vento que definha, de um frio que congela ou de uma chama ardente que consome.

Toda ação benéfica e bondosa traz luz, tranqüilidade, alegria – a luz solar na qual a flor desabrocha.