“Mãe, às vezes pensamentos desagradáveis surgem e nos perturbam. Como podemos nos livrar deles?”
Existem vários métodos. Geralmente – mas isto depende da pessoa – geralmente, o modo mais fácil é pensar em outra coisa. Ou seja, concentrar sua atenção em algo que não tenha nada a ver com aquele pensamento, que tenha nenhuma conexão com esse pensamento, como ler ou fazer algum trabalho – geralmente algo criativo, algum trabalho criativo. Por exemplo, aqueles que escrevem (um novelista), enquanto estão escrevendo, todos os outros pensamentos se foram, pois ele está concentrado no que está fazendo. Ao terminar de escreve, se não tiver nenhum controle, os outros pensamentos retornarão. Mas, é precisamente quando se é atacado por um pensamento, que se pode tentar realizar algum trabalho criativo; o cientista, por exemplo, poderia fazer algum trabalho de pesquisa, um estudo especial para descobrir algo, alguma coisa que seja muito interessante; este é o meio mais fácil.
Naturalmente, aqueles que começaram a controlar seus pensamentos podem fazer um movimento de rejeição, empurrar para fora o pensamento como se fosse um objeto físico. Mas isto é mais difícil e exige um domínio muito maior.
A primeira etapa é pensar em outra coisa (mas, dessa forma, como sabem, a coisa se repetirá indefinidamente); a segunda é lutar; e a terceira é transformar. Quando a pessoa alcançou a terceira etapa, ela não apenas está curada, mas realizou um progresso permanente.
Há pessoas que adoram a aventura. São estas que eu chamo, e eis o que lhes digo: Eu as convido para a grande aventura.
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domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
maus pensamentos
Sri Aurobindo afirma que tudo o que a pessoa pensa ela é, ela pode, pelo próprio fato de pensar, se tornar. Este conhecimento do fato de que tudo o que a pessoa pensa ela pode, é uma chave muito importante para o desenvolvimento do ser, e não apenas do ponto de vista das possibilidades do ser, mas também do que diz respeito ao controle e à escolha daquilo que ela será, daquilo que ela quer ser.
Isto nos faz compreender a necessidade de não admitir em nós qualquer pensamento que destrua a aspiração ou a criação da verdade de nosso ser. Revela a considerável importância de não admitir que aquilo que não queremos ser ou não queremos fazer se formule em pensamento dentro de nós. Porque pensar nessas coisas já é um começo de sua realização.
Sri Aurobindo diz que o pensamento não é a causa da existência, mas um intermediário, o instrumento que dá forma à vida, à criação, e o controle deste instrumento é da maior importância se quisermos que a desordem e tudo o que é anti-divino desapareça da criação.
Não devemos admitir maus pensamentos em nós sob o pretexto de que são apenas pensamentos. Eles são ferramentas de execução. E não devemos permitir que existam em nós, se não quisermos que realizem sua obra de destruição.
Isto nos faz compreender a necessidade de não admitir em nós qualquer pensamento que destrua a aspiração ou a criação da verdade de nosso ser. Revela a considerável importância de não admitir que aquilo que não queremos ser ou não queremos fazer se formule em pensamento dentro de nós. Porque pensar nessas coisas já é um começo de sua realização.
Sri Aurobindo diz que o pensamento não é a causa da existência, mas um intermediário, o instrumento que dá forma à vida, à criação, e o controle deste instrumento é da maior importância se quisermos que a desordem e tudo o que é anti-divino desapareça da criação.
Não devemos admitir maus pensamentos em nós sob o pretexto de que são apenas pensamentos. Eles são ferramentas de execução. E não devemos permitir que existam em nós, se não quisermos que realizem sua obra de destruição.
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