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terça-feira, 3 de maio de 2011

corte o nó do ego

“Doce Mãe, o que significa o ‘nó do ego’?”

Nó? Oh! É uma imagem, entende? Mas é algo que se agarra a você e o prende tão fortemente como o nó bem feito de uma corda. E é por isso que sempre se diz que para se progredir verdadeiramente, a primeira coisa a se fazer é cortar o nó do ego. É muito expressivo e forma uma boa imagem, não é? – a pessoa está amarrada, encerrada em si mesma, confinada como em uma prisão por nos que atam todas as partes do ser; é isto que produz uma coesão. Mas, ao mesmo tempo, é uma limitação, um confinamento. Você não pode receber todas as forças que gostaria de receber, porque está encerrado nessa concha feita por um monte de nós na corda que o amarra.

Naturalmente, você pode realizar este trabalho do ponto de vista psicológico, descobrindo todos os elementos que constituem este nó, todo o conjunto de resistência, hábitos, preferências, de tudo o que o encerra estreitamente dentro dele. Assim, quando você se torna consciente disto, pode concentrar-se e invocar a Força e a Graça divina e desfechar um bom golpe nesta formação, essas coisas tão estreitamente reunidas, dessa forma, que nada pode separá-las.

terça-feira, 5 de abril de 2011

as três vitórias

A primeira vitória é criar uma individualidade. Depois disso, a segunda vitória é dar esta individualidade ao Divino. E a terceira vitória é o Divino transformar sua individualidade num ser divino.

Há três estágios: o primeiro é tornar-se um indivíduo; o segundo é consagrar o indivíduo, para que ele possa entregar-se inteiramente ao Divino e tornar-se identificado com ele; e o terceiro, é o Divino tomar posse desse indivíduo e transformá-lo num ser à Sua própria imagem, ou seja, ele também se torna divino.

De maneira geral, todos os yogas paravam no segundo. Quando a pessoa havia conseguido realizar a entrega do indivíduo e dá-lo sem reservas ao Divino para identificar-se com Ele, ela considerava terminado o seu trabalho e que tudo estava realizado.

Mas nós começamos ali, e dizemos: “Não, isto é apenas o começo. Nós queremos que este Divino, com o qual estamos identificados, entre em nossa individualidade e transforme-a numa personalidade divina atuando em um mundo divino. E isto é o que chamamos de transformação.”