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sexta-feira, 20 de maio de 2011

identidade com a graça

É a Graça divina que o faz progredir, e com a Graça você sente a Alegria divina. Mas, ao invés de identificar-se com a Graça que o faz progredir, você se identifica com a coisa ignóbil da qual quer se livrar; e assim, naturalmente, você se sente dessa forma e sofre.

Eis uma experiência que você pode fazer se for apenas um pouquinho consciente. Há em você algo que repudia, algo ruim – por uma ou por outra razão você não o quer, deseja extraí-lo; bem, se você se identifica por pouco que seja com essa coisa, sentirá a dor da extração; se, pelo contrário, você se identifica com a Força divina que vem para libertá-lo, sentirá a alegria da Graça divina – e experimentará o profundo deleite do progresso que realizou.

E este é um sinal evidente para você, a indicação precisa daquilo com que você se identifica. Se estiver identificado com as forças inferiores, você sofre; se estiver identificado com as forças superiores, você fica feliz.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

a graça e o pecador

“Como pode a Graça vir em auxílio do pecador?”
Ela não ajuda o pecador a ser um pecador! Ela auxilia o pecador a abandonar seu pecado; ou seja, Ela não rechaça o pecador, dizendo: “Eu não vou fazer nada por você.” Ela está sempre presente, mesmo quando ele está pecando, para ajudá-lo sair disso, e não para que continue em seu pecado.

Há uma grande diferença entre isto e a idéia de que você é mau e, portanto, “eu não vou cuidar de você, vou afastá-lo para bem longe de mim, e o que quer que venha a lhe acontecer, acontecerá, não tenho nada a ver com isto.” Esta é a idéia geral. A pessoa diz: “Deus me rejeitou”, como sabem. Não se trata disso. Você pode não ser capaz de sentir a Graça, mas Ela sempre estará presente, mesmo com o pior dos pecadores, mesmo com o pior dos criminosos, para ajudá-lo a mudar, a curar-se de seu crime e de seu pecado, se ele assim o quiser. Ela não o rejeitará, mas não o ajudará a praticar o mal. Ela não seria mais Graça.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

a necessidade da graça

“Qual é o modo de aceitar a Graça com gratidão?”
Ah! Antes de tudo você deve sentir necessidade disto. Este é o ponto mais importante: é possuir uma certa humildade interna que o torna consciente de seu desamparo sem a Graça. Rreconhecer que, verdadeiramente, sem ela você é incompleto e impotente. Para começar, esta é a primeira coisa.

Se você se tornar consciente de que só a Graça pode realizar (o que você não pode), de que só a Graça pode tirá-lo da situação na qual se encontra, pode dar-lhe a solução e a força para escapar dela, então, muito naturalmente uma aspiração intensa desperta em você, uma consciência que se traduz por uma abertura. Se você chamar, aspirar, e esperar por obter uma resposta, você se abrirá naturalmente à Graça.
   
E mais tarde a Graça lhe responderá e o tirará do transtorno, a Graça lhe dará a solução para seu problema ou o tirará de sua dificuldade. Mas, uma vez que esteja livre do problema e tenha saído de sua dificuldade, não se esqueça de que foi a Graça que o tirou de lá, e não pense que foi você mesmo. Pois este, na verdade, é o ponto importante. A maioria das pessoas, tão logo a dificuldade tenha desaparecido, diz: “Afinal de contas, eu me safei muito bem da dificuldade!”

terça-feira, 17 de maio de 2011

a amplitude da graça

Não importa quão grande sejam sua fé e sua confiança na Graça divina, não importa quão grande seja sua capacidade de vê-la atuando em todas as circunstâncias, a cada momento, em cada detalhe da vida, você jamais conseguirá compreender a maravilhosa imensidade da Sua Ação, e a precisão, a exatidão com a qual esta Ação é realizada; você nunca será capaz de perceber até que ponto a Graça realiza tudo, está por trás de tudo, organiza e conduz tudo, de maneira que a marcha rumo à realização divina seja tão rápida, tão completa, tão integral e harmoniosa quanto possível, considerando as circunstâncias do mundo.

Tão logo você esteja em contato com Ela, não há um único segundo no tempo, nenhum ponto no espaço, que não lhe revele de modo deslumbrante esta ação perpétua da Graça, esta constante intervenção da Graça.

E uma vez que tenha visto isto, você sente que jamais poderia estar à altura dela, pois jamais deveria esquecê-la ou nutrir qualquer medo, qualquer angústia, desgosto, aversão...ou mesmo sofrimento. Se você estivesse em união com esta Graça, se A visse em toda parte, começaria a viver uma vida de exultação, de pleno poder, de infinita felicidade.

E esta seria a melhor colaboração possível à Obra divina.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

vigiando nossa fé

Certamente, algum esforço pessoal é necessário para preservar nossa fé, para que ela possa crescer no interior. Mais tarde – muito mais tarde – um dia, ao olharmos para trás, podemos ver que tudo o que aconteceu, mesmo o que parecia o pior, era a Graça Divina, de modo a fazer-nos avançar no caminho; e então nos damos conta de que o esforço pessoal também foi uma graça. Mas antes de alcançarmos este ponto, temos que avançar muito, lutar muito, por vezes até sofrer muito.

Sentar-se numa passividade inerte e dizer: “Se tiver de ter fé eu a terei, o Divino me dará fé”. É uma atitude de preguiça, de inconsciência e quase de má-vontade.

Para que a flama interna possa arder você deve alimentá-la; é preciso vigiar o fogo, lançar nele o combustível de todos os erros dos quais ela quer se livrar, tudo o que atrasa o progresso, tudo o que obscurece o caminho. Se você não alimentar o fogo, ele desaparecerá sob as cinzas de sua própria inconsciência e inércia, e então, não se passarão anos, mas vidas, séculos antes que você alcance a meta.

Na ignorância e na escuridão do começo, a fé é a expressão mais direta do Poder Divino que se manifesta para lutar e vencer.