Não importa quão grande sejam sua fé e sua confiança na Graça divina, não importa quão grande seja sua capacidade de vê-la atuando em todas as circunstâncias, a cada momento, em cada detalhe da vida, você jamais conseguirá compreender a maravilhosa imensidade da Sua Ação, e a precisão, a exatidão com a qual esta Ação é realizada; você nunca será capaz de perceber até que ponto a Graça realiza tudo, está por trás de tudo, organiza e conduz tudo, de maneira que a marcha rumo à realização divina seja tão rápida, tão completa, tão integral e harmoniosa quanto possível, considerando as circunstâncias do mundo.
Tão logo você esteja em contato com Ela, não há um único segundo no tempo, nenhum ponto no espaço, que não lhe revele de modo deslumbrante esta ação perpétua da Graça, esta constante intervenção da Graça.
E uma vez que tenha visto isto, você sente que jamais poderia estar à altura dela, pois jamais deveria esquecê-la ou nutrir qualquer medo, qualquer angústia, desgosto, aversão...ou mesmo sofrimento. Se você estivesse em união com esta Graça, se A visse em toda parte, começaria a viver uma vida de exultação, de pleno poder, de infinita felicidade.
E esta seria a melhor colaboração possível à Obra divina.
Há pessoas que adoram a aventura. São estas que eu chamo, e eis o que lhes digo: Eu as convido para a grande aventura.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
realizando a obra divina
“Mãe, se na longa jornada, por exemplo, a pessoa faz um esforço para cobrir uma distância cada vez maior, como ela realiza o trabalho divino?”
Hein? Perdoe-me, não é pelo prazer de realizar um grande avanço, é para tornar o seu corpo mais perfeito em seu funcionamento, e, portanto, um instrumento mais adequado para receber as forças divinas e manifestá-las.
Ora, tudo, tudo o que se faz neste lugar deve ser feito com este espírito, do contrário você nem mesmo se beneficia da oportunidade que lhe é dada, das circunstâncias que lhe são oferecidas. Eu lhe expliquei outro dia, não foi? Que a Consciência está aqui, penetrando em todas as coisas e tentando manifestar-se em todos os movimentos. Mas se você, de sua parte, diz a si mesmo que o esforço que está realizando, que o progresso que está fazendo, você o faz de modo a tornar-se mais capaz de receber esta Consciência e de manifestá-la, o trabalho será naturalmente muito melhor e mais rápido.
Hein? Perdoe-me, não é pelo prazer de realizar um grande avanço, é para tornar o seu corpo mais perfeito em seu funcionamento, e, portanto, um instrumento mais adequado para receber as forças divinas e manifestá-las.
Ora, tudo, tudo o que se faz neste lugar deve ser feito com este espírito, do contrário você nem mesmo se beneficia da oportunidade que lhe é dada, das circunstâncias que lhe são oferecidas. Eu lhe expliquei outro dia, não foi? Que a Consciência está aqui, penetrando em todas as coisas e tentando manifestar-se em todos os movimentos. Mas se você, de sua parte, diz a si mesmo que o esforço que está realizando, que o progresso que está fazendo, você o faz de modo a tornar-se mais capaz de receber esta Consciência e de manifestá-la, o trabalho será naturalmente muito melhor e mais rápido.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
a verdadeira integridade
“Mãe, por que aqui, no trabalho, algumas pessoas se arriscam a realizar suas fantasias e desse modo muito dinheiro é desperdiçado?”
Não é apenas o dinheiro que é desperdiçado! – A Energia, a Consciência são infinitamente, mil vezes mais desperdiçados do que o dinheiro. Se não houvesse nenhum desperdício...creiam-me, acho que o Ashram não poderia existir! Não se passa um segundo sem que haja um desperdício – às vezes é pior do que isto. Há este hábito – não muito consciente, eu espero – de absorver tanta Energia, tanta Consciência quanto se possa e usá-la para as próprias satisfações pessoais. Isto, na verdade, é o que está acontecendo a cada minuto. Se toda a Energia, toda a Consciência que é constantemente derramada sobre todos vocês, fosse utilizada para o verdadeiro propósito, ou seja, para o trabalho divino e a preparação para a obra divina, já estaríamos muito avançados no caminho, um Ito mais avançados do que estamos. Mas todos, mais ou menos conscientemente e, de qualquer modo, instintivamente, absorvem tanta Consciência e Energia quanto podem, e tão logo sintam essa Energia em si, usam-na para seus fins pessoais, sua própria satisfação
Se alguém quiser realizar uma obra divina sobre a terra é preciso vir com toneladas de paciência e perseverança. A pessoa precisa saber como viver na eternidade e esperar a consciência despertar em todos – a consciência do que é a verdadeira integridade.
Não é apenas o dinheiro que é desperdiçado! – A Energia, a Consciência são infinitamente, mil vezes mais desperdiçados do que o dinheiro. Se não houvesse nenhum desperdício...creiam-me, acho que o Ashram não poderia existir! Não se passa um segundo sem que haja um desperdício – às vezes é pior do que isto. Há este hábito – não muito consciente, eu espero – de absorver tanta Energia, tanta Consciência quanto se possa e usá-la para as próprias satisfações pessoais. Isto, na verdade, é o que está acontecendo a cada minuto. Se toda a Energia, toda a Consciência que é constantemente derramada sobre todos vocês, fosse utilizada para o verdadeiro propósito, ou seja, para o trabalho divino e a preparação para a obra divina, já estaríamos muito avançados no caminho, um Ito mais avançados do que estamos. Mas todos, mais ou menos conscientemente e, de qualquer modo, instintivamente, absorvem tanta Consciência e Energia quanto podem, e tão logo sintam essa Energia em si, usam-na para seus fins pessoais, sua própria satisfação
Se alguém quiser realizar uma obra divina sobre a terra é preciso vir com toneladas de paciência e perseverança. A pessoa precisa saber como viver na eternidade e esperar a consciência despertar em todos – a consciência do que é a verdadeira integridade.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
por que esta Obra divina?
Toda esta perfeição que vamos adquirir não é um propósito pessoal e egoísta, é para sermos capazes de manifestar o Divino, para ser posta a serviço do Divino. Não buscamos este desenvolvimento com uma intenção egoísta de perfeição pessoal; buscamo-lo porque a Obra divina deve ser realizada.
“Mas por que realizamos esta Obra divina? É para nos fazermos..”
Não, absolutamente não! Porque é esta a Vontade divina. Não é de modo algum por uma razão pessoal, não deve ser isto. Porque é a Vontade divina e a Obra divina.
Enquanto uma aspiração ou desejo pessoal, uma vontade egoísta, seja adicionada a isto, tal coisa sempre gera uma mistura e não é exatamente a expressão da Vontade divina. A única coisa que deve contar é o Divino, Sua Vontade, Sua manifestação, Sua expressão. A pessoa está aqui para isto, ela é isto, e nada mais. E enquanto há um sentimento de eu, da pessoa, que interfira... Bem, isto prova que ela ainda não é o que deveria ser, isto é tudo. Não digo que isto pode ser realizado da noite para o dia, contudo é a verdade.
“Mas por que realizamos esta Obra divina? É para nos fazermos..”
Não, absolutamente não! Porque é esta a Vontade divina. Não é de modo algum por uma razão pessoal, não deve ser isto. Porque é a Vontade divina e a Obra divina.
Enquanto uma aspiração ou desejo pessoal, uma vontade egoísta, seja adicionada a isto, tal coisa sempre gera uma mistura e não é exatamente a expressão da Vontade divina. A única coisa que deve contar é o Divino, Sua Vontade, Sua manifestação, Sua expressão. A pessoa está aqui para isto, ela é isto, e nada mais. E enquanto há um sentimento de eu, da pessoa, que interfira... Bem, isto prova que ela ainda não é o que deveria ser, isto é tudo. Não digo que isto pode ser realizado da noite para o dia, contudo é a verdade.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
venha para a Obra Divina
Toda vez que alguém vem me dizer: “Eu venho pelo meu yoga”, eu digo: “Oh, não! Então não venha. É muito mais difícil aqui do que em qualquer outro lugar.”...
Se alguém vem me dizer: “Eu venho para trabalhar, parar torna-me útil”, então está tudo bem. Porém, se a pessoa vem e diz: “Tenho muitas dificuldades lá fora, não consigo superá-las. Quero vir para cá, porque isto me ajudará”, eu digo: “Não, não, aqui será muito mais difícil; suas dificuldades serão consideravelmente aumentadas.” E quer dizer exatamente isto, porque elas não serão mais dificuldades isoladas; serão dificuldades coletivas.
Assim, quando as pessoas vêm e me dizem: “Eu vim para cá a fim de obter paz, quietude, ficar livre, praticar o meu yoga”, eu lhes digo: “Não, não, não! Vá embora imediatamente para qualquer outro lugar, você estará muito mais cheio de paz em qualquer outro lugar do que aqui*.” *(A Mãe refere-se ao ‘Ashram de Sri Aurobindo’ na Índia)
Se alguém chega e diz: “Bem, aqui estou, sinto que devo consagrar-me à Obra Divina, estou pronto para realizar qualquer trabalho que me dê”, então eu digo: “Bom, está certo. Se você tiver boa-vontade, persistência, e alguma capacidade, está tudo bem. Mas para encontrar a solidão necessária para seu desenvolvimento interior, é melhor ir a outro lugar, qualquer lugar, não aqui.”
Se alguém vem me dizer: “Eu venho para trabalhar, parar torna-me útil”, então está tudo bem. Porém, se a pessoa vem e diz: “Tenho muitas dificuldades lá fora, não consigo superá-las. Quero vir para cá, porque isto me ajudará”, eu digo: “Não, não, aqui será muito mais difícil; suas dificuldades serão consideravelmente aumentadas.” E quer dizer exatamente isto, porque elas não serão mais dificuldades isoladas; serão dificuldades coletivas.
Assim, quando as pessoas vêm e me dizem: “Eu vim para cá a fim de obter paz, quietude, ficar livre, praticar o meu yoga”, eu lhes digo: “Não, não, não! Vá embora imediatamente para qualquer outro lugar, você estará muito mais cheio de paz em qualquer outro lugar do que aqui*.” *(A Mãe refere-se ao ‘Ashram de Sri Aurobindo’ na Índia)
Se alguém chega e diz: “Bem, aqui estou, sinto que devo consagrar-me à Obra Divina, estou pronto para realizar qualquer trabalho que me dê”, então eu digo: “Bom, está certo. Se você tiver boa-vontade, persistência, e alguma capacidade, está tudo bem. Mas para encontrar a solidão necessária para seu desenvolvimento interior, é melhor ir a outro lugar, qualquer lugar, não aqui.”
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